Quem somos nós?
Quatro artistas interferindo em um mesmo suporte criam juntas uma poética coletiva. O grupo percebeu que há questões que vão além do ato de pintar juntas, pois o criar coletivamente é o resultado de conversas, encontros, vivências, onde o questionamento das individualidades, dos gestos, dos gostos, possibilitam a descoberta que Superfície é o acolhimento de todas as ações.
A construção de um trabalho é sinalizada pela primeira ação que pode ser uma mancha, um desenho, uma pincelada, um carimbo, um escorrer ou uma linha. A ação inicial rege as próximas que vão interagindo entre si, proporcionando uma liberdade que é dada pela integração dos gestos, gestos que são guiados pelo olhar atento de cada integrante que vê no espaço compartilhado a oportunidade de integrar o que é seu, com o que é da outra e com o que é do grupo, já não é mais a ação individual ela entrega-se ao espaço, numa ação de desprendimento e partilha.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Trabalho que está exposto no Museu de Arte Leopoldo Gotuzzo, no III Prêmio de Artes Visuais Simões Lopes Neto.
domingo, 23 de setembro de 2012
Produções em Pequenos Formatos.
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Comentário da exposição "Superfície do sensível" no blog Pelotas Cultural pelo psicólogo Francisco Vidal.
"O Grupo Superfície e o Corredor Arte convidam os pelotenses a visitar a exposição "Superfície do Sensível", desde hoje (29) até dia 17 de setembro. Trata-se de quadros criados coletivamente pelas artistas plásticas Carla Borin, Carla Thiel, Daniela Moraes, Mariza Fernanda, Natália Hax e Paloma de Leon.As gurias têm uma proposta original, ousada e esforçada, que começou como uma somatória de estilos abstratos, em que cada linguagem pessoal podia ser identificada na obra coletiva. O grupo tem-se aperfeiçoado na sintonia e hoje consegue uma criação propriamente coletiva, onde os indivíduos estão ao serviço do grupo, de modo holístico.
Próximas a um sentido de composição musical, as artistas seguem carreira de solistas sem deixar de criar no modo da improvisação. A produção é intensa e prolífica, com amostras já realizadas em Pelotas, Porto Alegre, Bagé e Bento Gonçalves, em somente dois anos de incessante trabalho. Apesar de ser inicialmente nove, o atual sexteto tem ganhado em afinação e feeling."
Francisco Antonio Vidal






